segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Você passa 23 anos, 9 meses e 7 dias dormindo. Saiba mais...




"SÓ O CONHECIMENTO LIBERTA!"

Seja bem vindo ao nosso blog. Boa leitura!


Quanto tempo o ser humano dorme durante a vida?

Mais precisamente, um brasileiro médio passa 23 anos, 9 meses e 7 dias 
de sua vida dormindo. Isso levando em conta oito horas de sono diárias 
e a expectativa de vida no país, que, segundo o Instituto Brasileiro de 
Geografia e Estatística (IBGE), é hoje de 71,3 anos.



Passamos 1/3 da vida dormindo; 

entenda a necessidade

O sono teve uma importância crucial no processo de adaptação e pode ter sua origem nas necessidades de proteção e de manutenção e restauração da energia dos seres vivos.

Se chegarmos a viver até os 90, teremos conseguido dormir cerca de 30 anos! 
Além de ser prazeroso, alguma função importante deve ter o sono nos seres 
humanos para ocupar um terço de nossas vidas. Qual é?
A maioria dos animais, e provavelmente a maioria dos organismos vivos, 
apresenta um ritmo biológico de descanso-atividade. O sono teve uma 
importância crucial no processo de adaptação e pode ter sua origem nas 
necessidades de proteção e de manutenção e restauração da energia 
dos seres vivos. Muitas espécies procuram alimento e água durante o 
dia porque é mais fácil ver à luz do sol. Por outro lado, quando está 
escuro, é o melhor momento para poupar energias, evitar ser devorado 
ou cair num precipício. O sono melhoraria a sobrevivência mediante a 
otimização das horas de atividade e descanso, além de permitir manter 
o cérebro mais ágil.
Longe de ser uma atividade passiva, o sono é extremamente ativo, já 
que o cérebro continua trabalhando a noite toda. Durante o sono ocorrem 
vários fenômenos em nosso corpo: produz-se uma relaxação postural 
característica, elevam-se os patamares sensoriais para nos desligar 
do ambiente e aparece um padrão distintivo de atividade elétrica cerebral. 
O sono possui duas grandes etapas: uma chamada NREM 
(sigla em inglês do Non-Rapid Eye Movement) e outra etapa chamada 
REM (Rapid Eye Movement). A etapa NREM tem, por sua 
vez, diferentes fases segundo o tipo de atividade no cérebro. 

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Durante a noite, uma pessoa passa por essas diferentes etapas, 
alternando sonos leves e mais profundos. Nas primeiras horas da 
manhã, o sono se torna mais leve e passamos mais tempo em 
REM, o que significa que “sonhamos” mais.
O sono melhoraria a sobrevivência mediante a otimização das horas de 
atividade e descanso, além de permitir manter o cérebro mais ágil.
Para que serve ao ser humano dormir? Embora restem numerosas 
perguntas, sabemos que o sono está associado a funções imunes, 
endócrinas, de aprendizado e memória. Também desempenha um 
papel essencial em nosso bem-estar emocional e pode levar a ideias 
criativas. O sono ajudaria a consolidar as novas lembranças e atualizar 
as antigas sobre a base do que acabamos de aprender. Também 
ajuda a forjar novas conexões neuronais filtrando destas as que não 
têm importância. O cérebro adormecido sabe qual informação nova 
é significativa o bastante para ser mantida e, por outro lado, qual pode 
ser atenuada ou desaparecer. Os cientistas descobriram 
recentemente que os bons hábitos de sono também fortalecem o 
cérebro a longo prazo e auxiliariam o cérebro em tarefas de 
autorreparação. Um estudo feito por pesquisadores da Universidade 
de Wisconsin-Madison concluiu que durante o sono aumenta a 
atividade nos genes envolvidos na produção de “oligodendrócitos”. 
Essas células se revelam fundamentais já que são responsáveis por 
revestir os neurônios de mielina, o “material isolante” do cérebro. 
Por outro lado, a privação de sono produz uma maior atividade nos 
genes implicados no estresse e na morte celular.
Antes da invenção da eletricidade, o ser humano dormia cerca de três 
horas a mais que nas condições atuais.

O ciclo sono-vigília possui um equilíbrio que se autorregula 
espontaneamente desde nosso nascimento. Entretanto, uma vez 
alterado, é muito difícil recuperar. Estima-se que antes da invenção 
da eletricidade o ser humano dormia cerca de três horas a mais 
que nas condições atuais. A iluminação artificial e a posterior implantação 
do trabalho em turnos nos afastou progressivamente do ciclo natural de 
luz e escuridão. Os horários madrugadores da escola ou do trabalho, 
os programas de televisão que empurram cada vez mais os horários 
centrais para altas horas da noite, a consulta permanente de redes 
sociais e o desproporcional estresse cotidiano são alguns dos fatores 
que atentam contra nosso descanso. O uso de aparelhos tecnológicos 
em horas próximas ao momento de dormir pode dificultar a conciliação 
e a manutenção do sono porque provocam uma ativação da atenção. 
Do mesmo modo, a alerta e a luz de suas telas funcionam como 
estimulantes e reduzem o nível de melatonina (hormônio que se 
encarrega, entre outras coisas, de regular nosso relógio biológico). 
Como consequência dessa situação, caímos num ciclo estímulo-sedação, 
em que se utilizam estimulantes como a cafeína e a nicotina para a vigília 
durante o dia e sedativos tais como calmantes e álcool à noite para induzir 
o sono.
O relógio biológico não é igual para todos. Há pessoas que preferem 
acordar de madrugada e começam o dia cheias de energia e outras 
que precisam de várias horas para entrar em funcionamento depois 
de desligar o despertador diversas vezes, sentem-se mal quando se 
levantam e não conseguem comer nada até metade da manhã. 
O mais provável é que essas mesmas pessoas consigam ficar 
estudando ou trabalhando até altas horas da noite. Assim, existe 
uma parcela de homens e mulheres chamada de “cotovias” ou 
“amantes da manhã” e outra chamada de “corujas” ou “amantes 
da noite”. O resto estamos em algum ponto intermediário. O estado 
cotovia ou coruja é chamado “cronotipo”. Os cronotipos estão associados 
a variações genéticas, ânimo, função cognitiva e riscos de problemas 
de saúde. Alguns neurocientistas afirmam que é importante descobrir 
a que grupo crono biológico pertence uma pessoa e assim adaptar seus 
horários de trabalho a seu padrão de sono natural. No entanto, outros 
especialistas mostraram que as “corujas” que suspenderam sua exposição 
noturna à luz artificial e aumentaram sua exposição à luz solar 
conseguiram deslocar seus relógios biológicos para acordar cedo e dormir 
à noite.
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Por que não dormimos
Um dos transtornos do sono mais frequentes é a insônia. Considera-se 
insônia quando demoramos mais de 30 minutos por noite para começar 
a dormir, despertamos repetidas vezes ou por mais de meia hora durante 
a noite, existe baixa eficiência do sono ou ainda quando dormimos 
aproximadamente menos de 6 horas e meia. A presença da insônia por 
tempo prolongado provoca consequências negativas na qualidade de 
vida e, em particular, é associada a pior rendimento cotidiano, mudanças 
no estado de ânimo, irritabilidade e maior probabilidade de sofrer acidentes. 
Algumas das causas comuns da insônia são o estresse, a ansiedade e 
a depressão; medicamentos receitados, incluindo vários para o coração 
e a pressão arterial; cafeína, álcool e nicotina; condições médicas 
subjacentes; maus hábitos de sono; e o envelhecimento.
Embora restem numerosas perguntas, sabemos que o sono está 
associado a funções imunes, endócrinas, de aprendizado e memória
É importante destacar que as preocupações e as crenças sobre o sono e 
suas possíveis consequências exercem um papel central na gravidade e 
na permanência da insônia. Os insones costumam ter uma 
personalidade ansiosa e perfeccionista, e por isso tentam controlar o 
processo do sono. Paradoxalmente, quanto maior for a tentativa de 
controle, maior será a dificuldade para conciliar o sono. As pessoas 
com insônia crônica costumam apresentar problemas de atenção e 
memória, desfrutam menos as relações sociais e familiares e exteriorizam 
mais queixas físicas que as pessoas que não sofrem do problema. Além 
disso, irritam-se mais facilmente e dizem estar tensas. Estudos longitudinais 
mostraram que a privação de sono aumenta a mortalidade por acidentes 
e exacerba as doenças. A falta de sono afeta o sistema endócrino, o 
sistema imune e o metabolismo. Portanto, pode se transformar também 
em fator de risco para obesidade, diabete e problemas cardíacos.
É essencial conhecer pontos importantes para a higiene do sono, 
que buscam desenvolver hábitos compatíveis com o bem dormir. Por 
exemplo, associar o quarto com essa atividade, eliminando dessa 
maneira as condutas incompatíveis com o sono, como ver TV, escutar 
rádio e ler livros ou revistas. O ambiente deve ter uma temperatura 
adequada e níveis mínimos de ruído e luz. Também deve-se evitar 
ingerir álcool duas horas antes de se deitar porque, apesar de ser 
um depressor do sistema nervoso central, o etanol conduz a um sono 
pouco reparador. Bebidas, alimentos e remédios com cafeína agem 
como estimulantes, e por isso não devem ser consumidos a partir de 
seis horas antes de dormir. Fumar e consumir grandes quantidades 
de açúcar têm o mesmo efeito. Outro conselho é não comer 
quando o sono é interrompido, já que criaríamos o costume de 
acordar toda vez que temos fome.

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Fala-se de insônia quando demoramos mais de 30 minutos por noite 
para começar a dormir. Mas além de todas essas respostas à pergunta 
inicial sobre as funções do sono, que por si sós já parecem 
suficientes, há uma fundamental para os seres humanos. Porque o 
sono também serviu de inspiração para uma das mais belas tradições 
da literatura popular ao longo da história: as canções de ninar. Federico 
García Lorca fez referência a elas quando disse que “para provocar o 
sono da criança, entram em cena vários fatores importantes se contamos, 
naturalmente, com o beneplácito das fadas. As fadas são as que trazem 
as anêmonas e as temperaturas. A mãe e a canção propiciam o que falta.”
Facundo Manes é neurologista e neurocientista (PhD em Ciências, Universidade 
Cambridge). É presidente do Grupo sobre Afasia, Demência e Transtornos 
Cognitivos da Federação Mundial de Neurologia e professor de neurologia e 
neurociências cognitivas na Universidade Favaloro (Argentina), na Universidade 
da Califórnia em São Francisco, Universidade da Carolina do Sul (EUA) e 
Universidade Macquarie (Austrália).
Fonte: MSN  Edição: G.C
Texto retirado do site: https://www.humanasaude.com.br

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Obrigada pela visita! 


quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Água Causa Doenças - Previna-se! Continuação.



"SÓ O CONHECIMENTO LIBERTA!"

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A Água como causa de doenças – o que não sabemos


O que fazer
Hoje a Ciência entende que para ingerirmos uma água 
adequada às nossas necessidades, é preciso recuperar 
pelo menos um pouco das suas características de quando 
está em contato com a natureza. Para começar, filtros 
eficientes são sempre requeridos, ou então uma água 
mineral mais pura. Depois é preciso atuar no principal 
problema que são os clusters, em seguida a elevação 
do pH para mais alcalino (em caso de águas ácidas, ou 
de pH inferior a 7,0), aumentar a concentração de oxigênio 
livre e reduzir os radicais livres. Para isso, os cientistas 
utilizam a exposição da água a um forte campo magnético, 
o que, de imediato realinha as moléculas de H2O e destrói 
o excesso de pontes de hidrogênio que formam os clusters,
 permitindo que a água entre com facilidade nas células. 
Também a exposição da água a um campo magnético 
(também conhecido como “correção magnética da água”.), 
produz hidrólise das moléculas da água e em seguida 
elevação das taxas de oxigênio livre. Além disso, ocorre 
um aumento na condutividade elétrica da água, na sua 
osmolaridade (capacidade de trocas hidroeletrolíticas 
em membranas) e do índice de oxido-redução, ou Redox. 
Sabe-se hoje que uma água “reduzida” torna-se a 
antioxidante e ajuda a varrer os radicais livres, responsáveis 
por mais de 200 doenças degenerativas e o envelhecimento 
precoce.

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Todos estes resultados são cientificamente comprovados e 
podem ser verificados e estudados na vasta literatura 
disponível.
 Quando se inicia o uso de uma água “corrigida”
 magneticamente e purificada, ingerindo-se uma água 
mais próxima possível da sua condição natural, muitos 
sinais e sintomas, ou mesmo doenças comuns, começam 
a reduzir sua força e muitos problemas como cansaço, 
fadiga, dores musculares, dores de cabeça, dores articulares, desmotivação, insônia, irritabilidade, intestinos presos, 
inflamações, etc, mostrando que a água que bebemos, 
acreditando estarmos realizando um grande feito para o 
organismo, em verdade ajuda a reduzir nossa saúde e 
qualidade de vida, e pior, contribui para a gênese de 
doenças das mais variadas.
Já existem aparelhos magnéticos para a correção da
água simples e práticos, que são colocados dentro de
 reservatórios, caixas d’água, bases de galões de água
 mineral, jarras d’água e até recipientes de água para
 atletas, que permitem o resgate de parte das nobres
 funções da água, o nosso solvente universal e principal
 elemento da vida. Não podemos deixar que seja o
 elemento da doença e da morte. Atenção à água que
 você e sua família bebem.


Ilustração apontando a diferença entre uma água corrigida magneticamente e uma
água comum, rica em clusters e resíduos, na dinâmica da passagem através dos
poros de uma membrana celular.





Texto: dr. Márcio Bontempo.

Fonte: https://www.marciobontempo.com.br/



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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Água Causa Doenças - Previna-se! Saiba mais...





"SÓ O CONHECIMENTO LIBERTA!"

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A Água como causa de doenças – o que não sabemos


Geralmente as preocupações em relação à água que bebemos concentram-se na questão da contaminação biológica, incluindo 
os coliformes fecais. Porém há vários detalhes que normalmente desconhecemos. Muito há o que saber sobre a água e muitas 
informações  novas sobre ela tem surgido.

A água é um elemento vivo, considerado o solvente universal 

e atualmente o nutriente mais importante, porém a água que 

temos à nossa disposição para beber. Para repor os cerca de 
70% da nossa composição corporal, seja das torneiras, filtros, 
galões e garrafas de água mineral, pode fazer mais mal do 
que bem á saúde.

A água existe para ser consumida com toda a sua força e 
pureza e para isso, deve ser obtida onde está em contato 
máximo com a natureza, ou seja, de cachoeiras, rios cristalinos, 
fontes, nascentes, ou poços salutares. Porém, a água hoje. 
Para servir as cidades e vilas, é retirada do seu contato com 
a energia telúrico magnética e da Terra e acondicionada em 
estações de tratamento, caixas d’água, ou colocada em 
garrafas plásticas. Só por isso a água vai perdendo sua 
vida energética. Presa em estruturas de concreto, amianto 
ou plástico, ela perde também o contato direto com a luz 
(quando fechada em reservatórios ou caixas d’água em 
forros escuros das casas), reduz seu oxigênio livre e começa 
a formar estruturas macromoleculares chamadas “clusters”. 
Estas estruturas são formadas pela tendência da molécula 
da água em se agrupar quando estática, formando aglomerados 
densos, devido à polaridade existente entre os átomos de 
oxigênio e hidrogênio. Ou seja, água não pode ficar “parada”. 
Ela na natureza está sempre em movimento (cachoeiras, mares, 
rios, chuva), de algum modo, até mesmo em lagos poços 
artesianos ou comuns, mesmo porque, assim, está em contato 
com as energias do planeta. 

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A água, uma vez separada da natureza, torne-se morta, 
sem vitalidade.  Além disso, recebe cargas de resíduos 
químicos, pesticidas (quando um rio passa por regiões 
de agricultura com agrotóxicos), metais pesados e 
moléculas provenientes dos itens de tratamento, como 
cloro, sulfato de alumínio, sulfato de cobre, etc. Muitos 
filtros comuns não retiram da água tudo o que é 
acrescido ao precioso líquido, mas mesmo que 
retirassem, a água rica em macro aglomerados tem 
reduzida a sua principal função biológica, que é 
hidratar as nossas células. Processo semelhante 
ocorre com as águas minerais – qualquer uma delas - 
que são acondicionadas em galões e garrafas plásticas 
comuns, com o agravante de que dependendo do tipo 
de plástico utilizado, recebe partículas de agentes 
cancerígenos e mutagênicos, entre eles o bisfenol A 
derivado de policarbonatos, principalmente quando o 
recipiente é exposto ao calor excessivo ou ao resfriamento. 
Não se fale aqui ainda dos bilhões de toneladas de 
recipientes plásticos que poluem o planeta, inclusive 
visualmente.
Uma água rica em substâncias prejudiciais, pobre em 
oxigênio livre e carregada de clusters, funciona de modo 
degradante no organismo tanto humano e animal. 
Geralmente trata-se de uma água ácida, que acidifica 
o sangue e as células, favorecendo a formação de 
radicais livres, além da formação de estruturas ácidas 
como o ácido lático dentro das células, por exemplo. 
E se torna “desidratante” porque os clusters, ou 
macroaglomerados, não passam ou passam com 
dificuldades pelos poros das membranas celulares, 
o que prejudica enormemente as funções celulares, 
principalmente a respiração celular, contribuindo para 
mais formação ácida ainda. Importante lembrar que 
tanto as doenças degenerativas, como o câncer, o 
diabetes, a hipertensão arterial, bem como as “novas” 
doenças como o mal de Alzheimer, fibromialgia, artrite 
reumatoide, ELA, síndromes inflamatórias crônicas, 
além das agudas e crônicas, produzidas por vírus e 
bactérias, se desenvolvem mais em ambientes ácidos 
que alcalinos. Junto com o uso de refrigerantes 
(extremamente ácidos, com pH em torno de 2,5 em 
sua maioria), açúcar branco e carnes vermelhas, a água 
ácida é corresponsável pelo desequilíbrio ácido básico do
 organismo, que gera tantas doenças. Um dos efeitos do
 sangue ácido é a perda de minerais, como cálcio, magnésio
 e outros, que o organismo mobiliza das reservas dos ossos
 e dentes para equilibrar o pH sanguíneo, sendo que um dos
 efeitos disto é a osteoporose e as doenças carenciais, cáries
 dentárias, perdas dentárias, imunodeficiências, etc..

Resumo das condições da água bebida atualmente:
Desnaturada
Desvitalizada
Sem oxigênio livre
Ácida
Excesso de agentes químicos
Metais pesados (alumínio, chumbo, etc.).
Conglomerados macromoleculares
Poluição biológica

Pelo que se vê, a contaminação biológica, com bactérias, 
algas, parasitas, etc, é o menor problema em termos de 
qualidade da água em cidades, já que a água “tratada” 
recebe agentes eliminadores de microrganismos. O principal, 
porém, que é a capacidade de hidratação e a condição 
molecular da água é raramente observado.
Fico pensando nos casos de pessoas que perdem muita 
água, como atletas, por exemplo, que chegam a perder 
um ou mais litros de água numa atividade e bebem uma
 água rica em clusters e outros problemas. Essa água 
reposta será a causa de muitos problemas de saúde 
futuros. Deve ser essa uma das razões pelas quais 
malhadores, desportistas, etc. reclamam de tanta dor e 
frequentemente desenvolvem processos inflamatórios 
agudos.
OBS: Colocamos em duas páginas pelo tamanho do texto que o blog não comporta.
Aceite nossas desculpas.

Clique no botão abaixo para continuar lendo essa matéria.


Texto: dr. Márcio Bontempo.





Obrigada pela visita! 






segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Causas da Dor nas Costas, Alívio e Tratamento.




"Só o Conhecimento Liberta!"

  "Três coisas não podem ser escondidas por muito tempo: o Sol, a Lua e a Verdade!" 

Buda

O que é Dor nas costas?


A dor nas costas é um sintoma que está entre as queixas mais comuns do dia a dia da população. Estima-se que todas as pessoas terão pelo menos um episódio de dor nas costas na vida. Esta dor pode ser leve ou intensa, rápida ou constante. Existem várias causas, fatores de risco e formas de prevenção para a dor nas costas.

A dor nas costas pode originar na coluna vertebral, músculos, nervos ou a partir de outras estruturas na região. Ela também pode ter origem em outros órgãos e se irradiar para as costas, como: cólica renal ou ovariana, infecções, infarto do miocárdio e outros problemas.








Causas

Entre as principais causas de dor nas costas estão:
  • Má postura (é a principal causa de dores nas costas)
  • Exercícios praticados de maneira errada ou com carga muito alta
  • Sedentarismo
  • Hérnia de disco
  • Ciática
  • Artrose
  • Lombalgia
  • Dorsalgia
  • Espondilite anquilosante
  • Espondilolistese
  • Alterações na coluna como lordose, escoliose e cifose
  • Estenose espinhal
  • Aneurisma na aorta
  • Síndromes de dor músculo-esquelética, como fibromialgia ou polimialgia
  • Infecções dos ossos da coluna vertebral como osteomielite
  • Quedas
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Muitos distúrbios intra-abdominais também podem causar dor irradiada nas costas, entre eles:

  • Apendicite
  • Cálculo renal
  • Pedra na vesícula
  • Infecções da bexiga
  • Endometriose
  • Câncer de ovário
  • Cistos ovarianos
  • Torção testicular

Buscando ajuda médica

É importante procurar ajuda médica para descobrir a causa da dor e seguir com o tratamento indicado pelo médico. Ao chegar à consulta, o médico fará uma série de perguntas sobre a área das costas que está doendo, seus hábitos alimentares, as atividades físicas que pratica, além de pedir informações sobre o seu trabalho e ritmo de sono.

Na consulta médica

Dentre os especialistas que você pode consultar para encontrar a razão da sua dor nas costas estão:
  • Ortopedista
  • Reumatologista
  • Clínico geral.
Durante a consulta, você deve responder perguntas de seu médico sobre a sua dor nas costas, incluindo a frequência da dor, localização e intensidade. Entre as perguntas que seu médico pode fazer na consulta para descobrir a causa da sua dor nas costas, estão:
O médico provavelmente fará uma série de perguntas para descobrir a causa da sua dor nas costas, tais como:
  • A sua dor é de apenas um lado ou ambos os lados?
  • Como é a dor que está sentido? É cortante, latejante, ela queima?
  • Esta é a primeira vez que teve dor nas costas?
  • Quando a dor começou? Ela começou de repente?
  • Você sofreu algum acidente recentemente?
  • O que você estava fazendo antes de iniciar a dor? Você estava levantando pesos? Estava sentado ou dirigindo?
  • Se você já teve dor nas costas antes, essa dor é semelhante ou diferente?
  • Você sabe a causa de episódios anteriores de dor nas costas?
  • Quanto tempo cada episódio de dor nas costas costuma durar?
  • Você sente a dor em qualquer lugar que não seja no quadril, coxa, perna ou pé?
  • Você tem alguma dormência ou formigamento?
  • Há qualquer fraqueza ou perda de função em sua perna ou em outro lugar?
  • O que piora a dor? Elevação, torção, em pé ou sentado por longos períodos de tempo?
  • O que faz você se sentir melhor?
  • Existem outros sintomas presentes? Perda de peso? Febre? Dificuldade de urinar? Mudança nos hábitos intestinais?

Diagnóstico de Dor nas costas

Durante o exame físico, o seu médico irá tentar identificar a localização da dor e descobrir como isso afeta o seu movimento. Ele pode solicitar que você sente, levante ou caminhe. O seu médico pode pedir para você tentar andar na ponta dos pés e, em seguida, sobre os calcanhares. Também vai pedir para você levantar as pernas para cima, enquanto está deitado. Se a dor é pior quando você faz isso, você pode ter dor ciática, especialmente se você também sentir dormência ou formigamento em uma de suas pernas.
Seu médico também vai mover suas pernas em diferentes posições, incluindo dobrar e esticar os joelhos. Ao mesmo tempo, o médico está avaliando sua força, bem como a sua capacidade de se mover.
Para testar a função do nervo, o médico irá usar um equipamento para verificar os seus reflexos. Também irá tocar suas pernas em muitos locais, com um pino, haste flexível (cotonete) ou outros objetos para testar o seu sistema nervoso sensorial. O seu médico irá perguntar se há áreas onde a sensação do pino, algodão, ou de penas incomoda.
O seu médico provavelmente não irá pedir todos os exames durante a primeira consulta. No entanto, se você tiver algum dos sintomas ou circunstâncias abaixo, ele pode pedir exames de imagem mesmo nesta primeira consulta:
  • Dor que já dura mais de um mês
  • Tontura
  • Fraqueza muscular
  • Acidente ou lesão
  • Febre
  • Se você tiver mais de 65 anos
  • Se você já teve câncer ou têm um forte histórico familiar de câncer
  • Perda de peso não intencional.
Nestes casos, o médico está à procura de um tumor, infecção, fratura ou desordem nervosa grave. Os sintomas acima são indícios de que uma destas condições podem estar presentes.

Tratamento de Dor nas costas

O tratamento para dor nas costas vai depender da causa desse problema e só poderá ser iniciado após o diagnóstico.

Medicamentos para Dor nas costas

Uma dor nas costas pode ter diversas causas, de modo que o tratamento varia de acordo com o diagnóstico estabelecido pelo médico. Por isso, somente um especialista capacitado pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento.
Siga sempre à risca as orientações do seu médico e nunca se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

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Prevenção

Siga os seguintes cuidados para prevenir a dor nas costas:
  • Se um objeto é muito pesado, procure ajuda
  • Afaste seus pés para conseguir uma ampla base de apoio
  • Fique o mais próximo possível do objeto que você está tentando levantar
  • Dobre em seus joelhos, e não sua cintura
  • Contraia os músculos da barriga se você for levantar o objeto ou abaixá-lo
  • Levante-se usando os músculos das pernas
  • Evite ficar em pé por longos períodos de tempo. Se for necessário para o seu trabalho, tente usar um banquinho. Alterne descansando cada pé sobre ele
  • Não abuse dos saltos altos
  • No trabalho, especialmente se estiver usando um computador, certifique-se que sua cadeira tem as costas retas, com assento ajustável, apoios de braços e seja giratória. Use um banquinho em baixo de seus pés, de modo que seus joelhos não fiquem mais altos ou baixos que seus quadris
  • Se você dirigir uma longa distância, a cada duas horas pare, desça, se alongue e ande por três a cinco minutos antes de seguir viagem. Traga o seu lugar o mais à frente possível, para evitar flexão.
  • Melhorar a sua postura, ter uma reeducação postural
  • Fortalecer as costas e melhorar a flexibilidade
  • Perder peso.
O exercício é importante para a prevenção de dores nas costas no futuro. Através do exercício, você pode:
Fortalecer a musculatura dando suporte ao corpo.

REFERÊNCIAS:
 https://www.minhavida.com.br/saude/temas/dor-nas-costas