terça-feira, 23 de maio de 2017

Você Sabia que tem Pessoas que tem Depressão e não Sabem? Saiba mais...

8 Atitudes Típicas de Pessoas que têm

Depressão, mas não demonstram:




Medo ou desconhecimento?
Nesse artigo conheça 8 sintomas de pessoas que levam a vida com
o que chamados de “depressão mascarada”, doença que elas tentam 
esconder ou mesmo que nem sabem que têm.
Embora a sociedade atual demonstre, de modo geral, um maior
conhecimento sobre a depressão, o que se vê, muitas vezes, é uma 
compreensão equivocada desta doença e de seus sintomas.
Por tratar-se de uma doença marcada por um estigma, nem sempre
conseguimos identificar familiares ou pessoas próximas que estejam 
lutando contra a depressão. 
Pior ainda: devido às concepções equivocadas sobre os diferentes
modos de manifestação da doença, e o tipo de ajuda a ser buscado, 
muitos indivíduos que sofrem de depressão não recebem o devido 
diagnóstico.
O resultado disso é que muitos indivíduos convivem com uma
depressão mascarada – ou seja, invisível para as pessoas que os 
cercam, ou mesmo para eles próprios. 
Além disso, nos casos em que não recebeu o diagnóstico
adequado, o indivíduo tenderá a lidar com seus problemas de 
modo a esconder a depressão, e terá dificuldades para reconhecer 
os verdadeiros sintomas da doença.
É preciso deixar de lado a concepção de que o sofrimento é sempre
visível.
Deste modo, será possível compreender melhor e oferecer ajuda aos 
que lutam contra as doenças não manifestas. Listamos, a seguir, 
alguns sinais de uma pessoa que talvez sofra de uma depressão 
mascarada.

1. Ela talvez “não pareça deprimida”

Influenciados por estereótipos culturais e veiculados pela mídia,
muitos têm uma imagem equivocada do comportamento e da 
aparência do indivíduo com depressão. 
Na visão do senso comum, esta pessoa raramente sai de seu quarto, 
veste-se com desleixo, e parece estar sempre triste. Porém, nem 
todos que sofrem de depressão têm o mesmo comportamento.
Claro que os indivíduos são diferentes, assim como variam os
sintomas e a capacidade de cada um de lidar com a doença. Muitos 
conseguem exibir um “verniz” de boa saúde mental – como 
mecanismo de autoproteção –, mas o fato de serem capazes de 
fazê-lo não significa que eles sofram menos. Do mesmo modo, 
as pessoas incapazes de mostrar tal “verniz” não são mais “fracas” 
que as demais.

2. Ela pode parecer exausta, ou 

queixar-se de um cansaço constante

Um efeito colateral da depressão é um cansaço permanente. Embora
este sintoma não se manifeste em todos que sofrem de depressão, ele 
é muito comum. Em geral, é um dos piores efeitos colaterais desta 
doença.
Além disso, se o indivíduo não recebeu o diagnóstico de depressão,
a causa deste cansaço pode ser uma incógnita. Mesmo que ele durma 
um número suficiente de horas à noite, talvez acorde na manhã 
seguinte como se tivesse dormido pouco. 
Pior que isso: talvez ele culpe a si mesmo, atribuindo isso à preguiça
ou então que algum defeito de sua personalidade esteja causando esta 
sensação de fraqueza e falta de energia.
Este sintoma também acaba se tornando uma dificuldade para quem
recebeu diagnóstico de depressão, mas tenta ocultá-la dos amigos e 
colegas. Isso porque esta sensação de cansaço afeta o seu ritmo de 
trabalho e também os seus relacionamentos pessoais.

3. Ela poderá ficar mais irritadiça

O comportamento de uma pessoa com depressão pode ser interpretado
equivocadamente, como melancolia. É muito comum que a pessoa 
deprimida fique mais irritadiça, e que isso não seja interpretado como 
um sintoma da doença. Isso é compreensível, já que a depressão não é 
problema de saúde “visível”, e tampouco pode ser medido com precisão
 – o que dificulta o combate à doença.
Além disso, o esforço constante exigido do indivíduo para lidar, ao
mesmo tempo, com as inúmeras demandas de sua vida cotidiana, e com 
a depressão, suga suas energias, deixando-o impaciente e incapaz de ter 
a compreensão exata sobre as coisas.
Se o seu amigo ou conhecido recebe o diagnóstico de depressão, e
compartilha esta informação com você, uma dificuldade poderá surgir, 
caso o comportamento desta pessoa não corresponda à imagem 
(equivocada) que se tem de uma pessoa com depressão: um indivíduo 
tímido e calado. A tendência a ter “pavio curto” e a irritar-se com 
facilidade é, na verdade, um efeito colateral da depressão.

4. Para ela, pode ser difícil corresponder 

ao afeto e preocupação das pessoas ao 

redor

A ideia equivocada mais comum em relação à depressão, sugerida
nos parágrafos acima, é que ela causa um sentimento de tristeza.
Pelo contrário: muitas vezes, o indivíduo com depressão não sente
nada;ou então vive as emoções de modo limitado ou passageiro. 
Depende de cada caso, mas muitos relatam um sentimento parecido 
com o “torpor”, e o mais próximo que chegam de uma emoção é uma 
espécie de tristeza, ou irritação.
Deste modo, o indivíduo terá dificuldade para corresponder de modo
adequado a gestos ou palavras afetuosas. Ou então nem se dará ao 
trabalho de manifestar qualquer reação.
Talvez demonstre uma irritação nada racional: é possível que o cérebro
dele tenha dificuldades para processar e corresponder ao seu afeto e
 carinho.

5. Talvez recuse a participar de 

atividades de que gostava muito

Uma atípica falta de interesse em participar de atividades – e durante
um longo período – pode ser um sinal de depressão. Conforme 
mencionado acima, esta doença drena a energia do indivíduo tanto no 
plano físico quanto no mental – o que afeta sua capacidade de sentir 
prazer com as atividades cotidianas.
Um indivíduo com depressão talvez não se sinta mais atraído por
atividades que adorava no passado, pois esta doença acaba dificultando 
o desfrute de tais atividades, 
que não satisfazem mais o indivíduo. Se não há nenhum outro sinal
visível que possa explicar o interesse cada vez menor do indivíduo por 
estas atividades, este talvez seja um sintoma de depressão clínica.

6. Talvez passe a ter hábitos alimentares 

incomuns

O indivíduo deprimido desenvolve hábitos alimentares incomuns por
duas razões: como um modo de lidar com a doença, ou como um efeito 
colateral da ausência do cuidado consigo mesmo. Comer pouco ou em 
demasia é um sinal comum de depressão. A ingestão excessiva de 
alimentos é vista como vergonhosa, e neste caso a comida talvez seja 
a principal fonte de prazer da pessoa com depressão, o que a faz comer 
além do necessário.
Quando o indivíduo depressivo come pouco, em geral é porque a doença
está afetando seu apetite, transformando o ato de comer em algo 
desagradável. Isso também pode ser uma necessidade subconsciente de 
controlar algo, já que ele não é capaz de controlar sua depressão. Se a 
pessoa não recebeu o devido diagnóstico, ou se omitiu diante das 
pessoas o fato de estar deprimida, elas poderão considerar que os hábitos 
alimentares “errados” se devem a um defeito de personalidade, e tal 
“julgamento” fará com que o indivíduo deprimido se sinta ainda pior.

7. Os outros talvez passem a exigir 

mais de você

Naturalmente, as funções vitais de um indivíduo com depressão não
podem ser as mesmas de alguém com boa saúde mental. Haverá coisas 
que ele não será mais capaz de fazer com a mesma frequência, ou 
abandonará de vez. Perturbá-lo ou fazer com que ele se envergonhe 
por causa disso só tende a causar mágoas, em vez de ajudar. Se a 
depressão é um assunto que ele tem tido dificuldade de abordar, será 
igualmente difícil para ele lidar com alguém que fique irritado diante 
de sua incapacidade de agir do mesmo modo que uma pessoa 
mentalmente sadia.
Por isso, convém sempre ser compreensivo com as pessoas, seja de
seu círculo profissional ou do pessoal. Não há como saber se um 
indivíduo está simplesmente “desacelerando”, ou se está enfrentando 
um verdadeiro problema de saúde.

8. Ela poderá ter dias ruins, e dias 

“melhores”

Trata-se de uma doença com altos e baixos. Se o indivíduo sofre de
uma depressão mascarada, ou não diagnosticada, pode parecer que 
suas flutuações de humor são aleatórias, dependendo da regularidade 
de sua depressão. Para você (e mesmo para ele, no caso de ele não ter 
recebido um diagnóstico), talvez não haja uma motivação para as 
alterações de humor, mas esta é simplesmente a maneira como a 
depressão se manifesta em algumas pessoas.
Se você sabe que o indivíduo sofre de depressão, poderá ter a falsa
impressão de que ele, tendo passado por uma sequência de dias “bons”, 
está definitivamente curado. O fato de ele ter passado um dia melhor do 
que na véspera pode ser excelente, mas convém que você sempre lhe 
peça para que ele deixe claro o que consegue ou não fazer, e em que 
momentos.
Concluir que o indivíduo que sofria de depressão está plenamente
recuperado, ou forçá-lo a retomar rapidamente a rotina normal poderá 
sobrecarregá-lo, e fazer com que ele se “retraia” novamente. Ofereça 
apoio ao amigo ou parente com depressão, mas deixe que ele tome as 
decisões necessárias.

FONTE; lifehack via PensadorAnônimo
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